terça-feira, 22 de dezembro de 2009

contexto é tudo nessa vida

créditos de Comics make no sense

me deu uma nostalgia esses dias dos meus 12 anos. decidi ouvir as músicas que eu sentia falta: republica, offspring, spice girls, backstreet boys, 5ive... engraçado que, tirando os dois primeiros, o resto é muito MUITO ruim quando fora de contexto (ok, talvez spice girls seja ainda mais palatável)...! vale a memória afetiva, e só... fica a demonstração abaixo pra comprovar:




OBS: e eu ainda era apaixonada pelo kevin richardson...

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

referências, trailers e otras cositas más

há uns 3 dias estou sem muita coisa para fazer no trabalho, então comecei a fuçar na internet, coisa que não faço com muita vontade há pelo menos uns dois anos. nesse meio tempo, coletei uma série de coisas bastante interessantes que achei que valiam à pena serem compartilhadas.

a primeira delas é um site que deve ficar nos favoritos de todo mundo que gosta de ilustração e quadrinhos: o drawn!.



esse é um blog coletivo que reúne diariamente alguns dos melhores ilustradores, animadores, quadrinistas, isso sem contar algumas outras referências online sensacionais referentes à área. na verdade acho que um dia e meio meu foi só fuçando nesse site e peneirando o que eles disponibilizavam ali.

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outro site sensacional (que eu só achei via drawn!) foi o clients from hell. a proposta dele é muito parecida com o iamneurotic: depoimentos pessoais e anônimos, neste caso, contando histórias que todo mundo que trabalha com clientes já conhece, em específico, designers, ilustradores e afins.

uma das minhas favoritas é: "Are you nuts? How are you going to map out an entire website plan on a piece of paper? You’re going to need a piece of paper that’s bigger than this entire building! That would have to be the biggest piece of paper ever made probably!"

OBS: dentro da mesma categoria, vale à pena dar uma olhada no 'malditos designers', tirinha publicada toda semana no ideafixa.

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essa semana apareceu um site que é interessante pra todo mundo (especialmente garotas) que já teve aqueles cadernos de perguntas e respostas no colégio: o formspring. nele, pessoas podem fazer perguntas exibindo o seu perfil ou anonimamente, e você vai respondendo. depois, se você tiver uma conta no facebook, pode publicar as respostas. como eu sou vítima do hype, tenho um, mas duvido muito que vá manter por muito tempo (afinal, é só ver como eu atualizo esse espaço com freqüência ou como meu twitter fica permanentemente às moscas).

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sou só eu que achei o trailer do sherlock holmes muito melhor que o do homem de ferro 2?







por ora isso é o que eu acho que já pode alegrar o fim de semana... hasta!

domingo, 18 de outubro de 2009

what happened to our summer?


eu sei que estou ficando repetitiva, mas eu PRECISAVA falar do '500 days of summer'... acho que deve ser um dos melhores filmes que eu vi este ano, com certeza. desde a trilha, diálogos, enredo, cenografia, figurino, atuações, eu não vejo uma coisa que eu não goste nesse filme.

a história começa com um narrador em off que participa em determinados momentos da trama dizendo 'esta é uma história clássica de um garoto que conhece uma garota'. o garoto em questão, é tom hansen, que acredita que nunca seria feliz se não encontrasse a garota da sua vida. e a garota que ele conhece é summer, uma completa anti-romântica. antes que a história continue, o narrador alerta 'esta não é uma história de amor'.



de fato. o que se segue é uma narrativa alinear que começa com o rompimento dos dois. assim, você já sabe que eles não vão ficar juntos, mas vai entender o caminho percorrido desde o primeiro contato até lá. como tom se encanta por summer desde o primeiro instante e, levado pela crença em destino e contos de fada, cria para si a idéia de que ela é a mulher feita para ele. conforme os dias vão passando, eles passam por todas as fases de um reconhecimento que vira algo mais, com as dúvidas, inseguranças e antecipações características (todas por parte dele). quando finalmente summer toma a iniciativa e eles começam a ficar juntos, ela já o avisa que não quer ser namorada 'nem nada' de ninguém. ele aceita, mas aos poucos não se sente bem nessa posição. eles brigam, discutem. e esta situação, que para ele é normal, para ela é motivo suficiente para terminar. em um restaurante ela dispara: 'acho que não devemos nos ver mais'. depois do choque, começa o processo de cicatrização de tom, que é doloroso e lento.

dentre um dos grandes méritos deste filme, eu acho que o que mais se destaca é a sua abordagem mais sincera, sem muitos floreios. é uma comédia romântica, mas não é 'bridget jones'. e também é um filme anti-romântico, mas não é 'closer'. seus personagens são reais, críveis e, sobretudo, NORMAIS. não existe supersaturação nas atitudes, ninguém representa um tipo. assim como as emoções de tom são exageradas, mas nada diferentes das de qualquer pessoa que tenha se apaixonado (o que é demonstrado especialmente numa seqüência absolutamente sensacional de dança ao som de 'you make my dreams come true' de hall & oates). mesmo o figurino é completamente sensato, fugindo da tendência atual de personagens que ganham salário de fome, mas usam chanel. até mesmo para combinar com zooey deschanel, o figurino de summer parece ter saltado de um brechó. e um detalhe interessante sobre isso: em uma entrevista, a figurinista, hope hanafin, comentou que summer só usa azul (e ninguém mais no filme). o único momento em que outras pessoas usam azul é na cena musical, pois tom está tão apaixonado que ele abraça o símbolo que é summer e permite que isso dê, literalmente, o tom do seu mundo.

falando na música, a trilha sonora deste filme é permeada com músicas dos smiths, wolfmother, carla bruni, temper trap, pixies, clash, e por aí vai. esta trilha é a sutileza que completa as cenas: considerando que o relacionamento de summer e tom começou por uma música (ambos eram fãs de smiths), nada mais natural do que aplicar a idéia de que 'a vida deveria ter trilha sonora' neste caso. no todo são músicas delicadas, que não se sobressaem, mas pontuam bem as fases do casal não-casal. nem todas estão na trilha sonora oficial, então recomendo uma visita ao site do filme pra ver até mesmo outras sugestões que são dadas que valem a pena pesquisar na internet.

um dos motivos porque eu quis ver esse filme era a presença da zooey deschanel (que aqui faz uma personagem que não é radicalmente diferente de outras que ela já interpretou). joseph gordon levitt, no entanto, foi uma surpresa agradável. até então eu só lembrava dele no '3rd rock from the sun' e no '10 coisas que eu odeio em você' e, além da semelhança física meio assustadora com heath ledger, não achava que ele tinha nada de excepcional. seu tom hansen é adorável, divertido, carismático. e as cenas nas quais ele está com os seus amigos (McKenzie e Paul) rendem os melhores diálogos do filme.

estou indicando '500 days of summer' (que aqui ficou como '500 dias com ela') para todo mundo que eu conheço. dificilmente alguém não vai gostar. especialmente porque, se o que se vê não é um filme romântico, com certeza é um filme que dá muito o que pensar sobre como vemos o amor.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

como ler o tempo da mesma maneira:

68 semanas...
476 dias...
28560 horas...
1713600 minutos...
102816000 segundos...

todos representam o mesmo tempo no qual a felicidade foi complementada... a maior alegria reside naqueles que trazemos para a nossa vida.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Enquanto a primavera não chega...

na lista de filmes que eu quero ver e acho que só vão estrear na mostra internacional de cinema, esse é o mais aguardado (tá difícil achar pra baixar o torrent!):


segunda-feira, 22 de junho de 2009

Me perdoem por ter esquecido de comentar...



... Mas ontem eu apresentei uma palestra junto com a minha dupla dinâmica, Paula Aviles, no Ziguezague, evento de moda e arte que acontece paralelo à SPFW. As desculpas são por eu não ter divulgado nada aqui e, considerando que muita gente não tem o meu email (logo, não tem outro meio de falar comigo senão pelo blog), foi uma bola fora tremenda.
Apresentamos nosso TCC, "o Vestido", na frente de uma platéia lotada. Devo dizer que foi um daqueles momentos que você tira uma foto mental pra guardar pro resto da vida, porque foi algo que me deu orgulho de verdade de ter participado. Primeiro, por termos conseguido superar o nervosismo e falado bem, dentro do tempo, sem atropelo nenhum e de forma a citar todas as partes importantes do trabalho. Segundo, por tanta gente ter gostado do nosso trabalho. Eu sei que isso vai soar a coisa mais brega do mundo, mas ser brega às vezes é legal: essa segunda parte foi a que valeu mais à pena. Foi meio o que eu disse para a Paula:

Estou orgulhosa demais do que a gente fez... Não só hoje como desde o começo do trabalho. Se você parar pra pensar, a gente conseguiu fazer esse trabalho acontecer sob condições bem complicadas (tempo curto, falta de experiência com moda, grana contada, troca de orientador...) e mais, conseguimos fazer um trabalho que ficou tão bom que não só participou do Ziguezague como, pelo que eu vi, agradou muito quem foi assistir a gente. Eu sinceramente acho que isso é um ótimo sinal, o de que tem muito mais coisa boa vindo por aí.

Espero que isso seja uma profecia.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

o discreto charme do moleskine...



semana passada chegou o meu primeiro moleskine... lindo, vermelho, 12 reais (graças à ótima amazon e suas livrarias associadas, que vendem moleskines pequenos vermelhos a partir de 6 dólares)! lembrando de tantos amigos meus que têm os tão queridos caderninhos, eu me vi travada quanto ao que colocar. afinal, é um moleskine e, por mais que um caderno seja sempre um caderno, ESTE em específico é bem mais caro, então é necessário fazer o esforço valer o papel.

depois de uma crise de identidade mensal que eu tenho devido à tpm, decidi hoje me sentar na cadeira, pensar por uns minutos e planejar o que eu ia fazer. comecei tentando fazer um retrato e estilizando com nanquim e ecoline (e ficou parecendo uma mistura de björk com o vocalista do tokyo hotel, mas beleza), depois tentei me aventurar por outras coisas, arrisquei outros traços e fiquei feliz com o resultado. é engraçado, mas, quando você começa a desenhar nele (especialmente em páginas seguidas), de repente dá uma vontade de desenhar o caderno inteiro, jogar tinta, rabiscar o que der e não der... não sei se o charme vem de toda a história do caderno, do fato de que o papel dele vale cada centavo (eu encharquei as páginas de nanquim e não vazou, é assustador), ou que o amarelado das páginas, a encadernação, o formato em si, dão um ar mais pessoal, fazendo parecer que tudo o que você coloca nele tem um significado mais especial.

meu desafio maior, no entanto, é NÃO escrever no caderno. eu já tenho um caderno de desenho e a primeira coisa que eu fiz nele foi escrever. quero ver se consigo superar o vício com o moleskine. acho que consigo pois, pelo mesmo motivo que não dá pra fazer desenho podreira nele, eu tenho um cuidado maior para desenhar. é meio que o mesmo efeito que tem um desenho quando se faz com caneta: você sabe que não dá pra errar porque não tem volta. no moleskine, você sabe que não dá pra errar porque o caderno é muito caro. acho que é por isso que na primeira página vem escrito 'in case of loss, please return to... as a reward...'; afinal, realmente, se você tem um caderno que custa quase 50 contos e você se deu ao trabalho de colocar o melhor do seu trabalho nele, a perda deve ser motivo pra sentar na rua e chorar.

bem, eu tendo desenhos um pouco melhores (e em maior quantidade) eu posto aqui... até mais, pessoas!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Comecei a escrever na segunda, terminei na sexta....


sou uma pessoa de poucas manias na internet... normalmente, minha rotina virtual é:

- entrar no papelpop

- checar emails

- ver como tá o blog e o meu deviantart

- assistir ao último episódio do daily show no site do comedy central

pois bem... estou há umas duas semanas atrasada para ver os episódios, mas nada temo, porque sei que estarão todos lá, disponíveis para stream e gratuitos. no que eu clico no botão 'full episodes', me deparo com uma tela dizendo que não posso mais ver os episódios do the daily show porque eu não sou residente dos estados unidos. péssima atitude da viacom, detentora dos direitos sobre o comedy central, canal que exibe o TDS. segundo eles, os episódios não são mais de exibição aberta pois os patrocinadores não possuem expressividade fora dos estados unidos (descobri que o principal é a mastercard... ao que me consta, nós usamos cartão de crédito e débito deles... wtf?). tudo bem. agora eles terão que enfrentar a ira dos fãs não americanos que estão absolutamente indignados, e com razão. para mim, os episódios completos e de graça eram interessantes especialmente porque quem não mora nos estados unidos só tem como assistir normalmente ao programa na tv* (a não ser aquela compilação porca do melhor da semana que nem se compara às 4 exibições semanais). mas nada temam, aqueles que são viciados numa dose diária de jon stewart: procurando com um pouco de afinco no google, dá pra achar umas alternativas pra ver o TDS e, melhor, sem infringir nenhuma lei.


* lembro bem do episódio com o jon stewart falando como o daily show era um programa superior porque podia ser visto de graça por qualquer um no mundo... pois é....

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e ultimamente eu tenho ouvido pelo menos uma vez por dia as músicas do lonely island, banda do comediante andy samberg que despontou no saturday night live com o clipe lazy sunday. devo dizer que eles representam uma mudança benéfica no humor cansativo do snl, mas eles são só uma parcela e já fazem mais sucesso sozinhos. no fim é uma relação na qual os dois lados se beneficiam, porque eles conseguiram lançar um álbum graças à divulgação pelo snl, e este conseguiu recuperar e renovar um pouco o seu público.

vou deixar aqui meus dois vícios desta semana: o vídeo do rap da natalie portman e o trailer de 'the fast and the bi curious' com seth rogen:








sexta-feira, 8 de maio de 2009

quinta-feira, 30 de abril de 2009

lembrar é viver

estou mais menininha do que o normal ultimamente (acho que o último post mostra um pouco isso). e estou mais nostálgica. finalmente eu entendo as pessoas de mais de 30 anos que cantam apaixonadamente músicas de 20 anos atrás. são símbolos de boas épocas nas suas vidas, então a música tem um significado muito mais especial do que só pela sua melodia/letra/etc. assim, eu e um amigo nos aventuramos a lembrar algumas pérolas (algumas boas, outras ruins) que fizeram parte da nossa infância e adolescência (vale considerar que em 1992, por exemplo, eu tinha 5 anos)... o mais engraçado disso tudo é que isso me lembra muito as viagens de carro que eu fazia com a minha família quando criança, até porque a gente tinha cd de quase toda essa gente:





outra observação: pink, do aerosmith, ainda é uma das minhas músicas preferidas... e vai dar pra notar que eu misturei aí umas músicas que são mais óbvias com outras que as pessoas tendem a esquecer (ou preferem nem lembrar)...

enjoy!