estou mais menininha do que o normal ultimamente (acho que o último post mostra um pouco isso). e estou mais nostálgica. finalmente eu entendo as pessoas de mais de 30 anos que cantam apaixonadamente músicas de 20 anos atrás. são símbolos de boas épocas nas suas vidas, então a música tem um significado muito mais especial do que só pela sua melodia/letra/etc. assim, eu e um amigo nos aventuramos a lembrar algumas pérolas (algumas boas, outras ruins) que fizeram parte da nossa infância e adolescência (vale considerar que em 1992, por exemplo, eu tinha 5 anos)... o mais engraçado disso tudo é que isso me lembra muito as viagens de carro que eu fazia com a minha família quando criança, até porque a gente tinha cd de quase toda essa gente:
outra observação: pink, do aerosmith, ainda é uma das minhas músicas preferidas... e vai dar pra notar que eu misturei aí umas músicas que são mais óbvias com outras que as pessoas tendem a esquecer (ou preferem nem lembrar)...
mulherzinha que sou, sou meio rata de artigos de moda a baixo custo. essa semana, uma vendedora gostou de um colar de pérolas que eu comprei e me perguntou onde eu havia adquirido a peça. levando em conta que eu estava na oscar freire, ela já achou que eu ia soltar um 'nova york', afinal, as consumidoras médias dali saem garimpando coisas pelo mundo - bom retiro não é um destino visado em alguns poucos casos -, mas, para a surpresa dela, falei que havia comprado de um camelô (uma 'cameloa', pra ser mais exata) na rua augusta, perto da galeria ouro fino. o valor do tal colar? 25 reais. sendo assim, lembrei dos meus antigos dias da faculdade quando eu era meio que uma conexão-bazar para as minhas amigas e decidi colocar alguns links interessantes para quem é consumista baixo orçamento que nem eu:
Bleu Dame e Giant Vintage - sites muito bons para quem quer comprar óculos e pagar pouco. O primeiro foca nos óculos mais hypados por aí e ainda vende réplicas dos óculos usados por celebridades (eu acho que isso é meio cafona, mas, se a sua motivação não é sair por aí copiando outra pessoa, tem opções bem interessantes. O segundo tem óculos de tudo quanto é tipo, uma variedade em esquisitices bem maior que o Bleu Dame, muitos óculos sendo vintage ou apenas inspirados em óculos das décadas de 70 e 80. A faixa de preço deles é o principal atrativo: na Giant Vintage, você pode chegar a pagar 20 dólares (isso incluindo a taxa de envio de 8 dólares; dá mais ou menos uns 50 reais) por um óculos que muito provavelmente você viu modelo igual na Chilli Beans por 120 reais (e olha, não é por nada não, mas foi-se o tempo em que a Chilli Beans era em conta... Hoje em dia você só vê óculos na faixa de preço de quando eles começaram quando faz parte da linha infantil). A Bleu Dame transita na mesma linha, com óculos a preços camaradas e com design diferenciado. Bazar Pop - blog muito bom pra quem quer achar bazares, liquidações e várias marcas com preços reduzidos. Além disso, algumas vezes o próprio site faz algumas promoções internas e você pode concorrer a bons brindes. E as colunas com resenhas sobre maquiagem escritas por Helena Longo sempre valem muito à pena conferir.
Cherry Culture - site muito bom com maquiagens baratas. O mais legal, de longe é que vende NYX, marca que apareceu aqui no Brasil há não muito tempo atrás (quem já foi no Shopping Paulista já deve ter visto o quiosque deles)... Assim, se você tiver cara de pau o suficiente, pode conferir as maquiagens de lá, memorizar as cores de sombra, batom, etc que gostou e depois comprar pelo site. E acredite, a diferença de preço é grande: o trio de sombras, que, aqui eu me lembro que custa uns 60 reais, pelo Cherry Culture fica por 5 dólares, o que dá menos de 15 reais.
Não são muitos sites, mas já são bons para começar a filtrar segundo o seu gosto (e poder aquisitivo)... Eu vi na Vogue uma matéria sobre sites que vendiam roupas com desconto e, sinceramente, achei aquilo uma palhaçada. Sites como Privalia e SuperExclusivo vendem coisas velhas e com um desconto ridículo (um vestido passa de 600 a 400, sabe?), por isso achei que seria mais negócio colocar links mais realistas com a maioria das pessoas normais e que são uma parte mais modesta da PEA. Então, pesquisem e gastem com moderação.
hoje assisti ao filme watchmen, apesar de nunca ter lido a hq na vida... sinceramente, não sei ainda o que pensar... logo que saí da sessão, devo dizer que não me animei muito com o filme. de certa maneira, tudo tinha um porém. o dr. manhattan é um personagem fantástico, mas o distanciamento que todos no filme sentem dele eu senti do próprio filme: uma falta de algo, de um elemento de conexão que me aproximasse da história e dos personagens. eu era uma observadora tão fora dos eventos ali mostrados quanto ele próprio. talvez isso fosse sintomático do ar bastante caricatural do filme, um ar geral kitsch que eu achei genial (totalmente anos 80), mas que talvez tenha contribuído para impedir essa catarse. falando em anos 80, a trilha sonora é incrível (desenterraram 99 luftballoons da nena!), com músicas que pontuam cenas importantes, MAS, o uso excessivo de músicas simbólicas me pareceu uma trapaça, em um determinado momento: elas pareciam muletas para a história, como se as cenas por si só não fossem fortes o suficiente e precisassem de uma música para lhes acrescentar emoção, mas, justamente por serem excessivas, se sobrepunham à própria cena. mesmo assim, a abertura do filme, contando a evolução do grupo de heróis e a "evolução" do próprio mundo ao som de 'the times they are a changin' do bob dylan é provavelmente uma das seqüências mais bonitas que eu já vi:
as atuações transitam no mediano. por vezes são irregulares (alguns atores bons com outros bem fracos, como na cena que se passa no presídio, com um criminoso acompanhado dos seus capangas), mas não chegam a incomodar ou ser brutalmente deslocadas do clima geral do filme. não tecerei muitos comentários sobre o roteiro, porque quero ler a graphic novel agora para saber se os pontos principais da história foram bem amarrados...
fora isso, a parte estética do filme é absolutamente impecável. quando fez '300', snyder dirigiu um filme bem fraquinho com um visual fantástico (apesar daquele monte de homens com barriga de ab shaper e com um brilho bronze digno de passista de escola de samba). as seqüências de ação não são tantas como pode presumir algum espectador incauto (como eu), mas são tecnicamente perfeitas. há quem se incomode com a violência quase gore em alguns momentos do filme (já aviso, tem gente explodindo, cachorro comendo um pedaço de criança, braços sendo serrados fora e muitos membros do corpo sendo quebrados de forma bastante gráfica e por quase todos os personagens principais). para os fracos de estômago (como eu, novamente), talvez seja um choque grande ver essas cenas, mas, apesar de eu ser meio aversa a violência excessivamente gráfica em filmes, devo defender o uso disso neste filme pelo seguinte motivo: a violência representada ali não é gratuita e sem propósito. é a violência que criou os personagens e eles são frutos diretos dela e vivem a partir dela. e, considerando que vivemos em um tempo maluco em que a igreja acha condenável uma menina de 9 anos interromper uma gravidez de risco fruto de um estupro, a violência deste filme é um retrato (amplificado e insuportável de se assistir) da nossa própria condição - só pra ver como da década de 80 pra cá muita coisa continua na mesma, senão pior. eu admito que em uma cena eu não agüentei e cobri o rosto, mas isso foi só porque me falaram que era uma cena violenta, aí, frouxa que sou, não consegui assistir, apesar de ter visto (provavelmente) coisa bem pior desde que o filme tinha começado.
tenho cá as minhas dúvidas sobre 'watchmen' ser a bandeira de um novo momento nos filmes de quadrinhos. sinceramente eu acho que essa onda de mudança foi mais emblemática e forte no 'dark knight', inclusive pela parte técnica e visual. achei que 'watchmen' simboliza a solidificação dessa mudança. é um filme que atesta que 'não é porque é um filme de quadrinho que é infantil, que é caricato e as coisas vão terminar bem no final'. inclusive, este é um ponto em comum entre os dois filmes: você sai da sessão pensando 'final feliz é algo que depende muito do seu ponto de vista'.
faz algumas semanas que o meu sono está completamente ferrado... tem dias que eu vou dormir às 10 da noite e fico desmaiada (e, por isso mesmo, acordo quebrada no dia seguinte), assim como tem dias que eu fico acordada até as 5 da manhã direto e pareço um zumbi o dia todo... em parte os horários estão zoados por causa de trabalho (também), mas a causa principal é um problema de insônia que eu tenho há um bom tempo (desde o colegial, na verdade)... isso acabou me remetendo ao 'clube da luta', que eu revi hoje pela milionésima vez. a definição do personagem do edward norton, no entanto, não chega a ser a definição exata de como eu fico: não fico entre o acordado e o dormindo, mas sim eu sinto que durmo em pílulas, uma meia hora sim e a outra não. isso sem contar que nesse calor fica pior, especialmente quando eu tenho coisas pra fazer na manhã seguinte. aí vira a bola de neve: preciso dormir para acordar cedo, mas não consigo pelo calor e também pela ansiedade de não estar dormindo ainda... aí, de repente, não mais que de repente, são 7 da manhã...
mas eu resistirei à tentação. vou começar desligando o 'footballers wives' (que eu não assisto, tá? eu estava vendo queer eye, que não é muito melhor, mas pelo menos é mais divertido), terminarei esse post e partirei para a minha cama, para lutar contra a insônia... ainda vou arrumar a minha cama, escovar os dentes, lavar o rosto, tomar uma água, mas acho que tudo isso já está meio que subentendido...
então, até, pessoas!
OBS: procurando imagens sobre insônia na internet, a melhor opção foi essa tirinha do PHD Comics (que eu adoro), mas isso foi só porque eu não achei ilustrações adequadas para insônia... todas pareciam meio que imagens de gente na fossa e a campeã, definitivamente, foi esse retrato deprimente de bad trip que está como uma definição ilustrada de insônia:
olha, eu posso ter um conhecimento meio raso do assunto, mas não conheço ninguém que veja o oitavo passageiro quando não consegue dormir...
sou uma pessoa que cede fácil à intimidação, então estou postando uma atualização sob os pedidos enfáticos (e, por isso mesmo, bastante convincentes, como ser chamada de "bocó") de karina nishioka. tive várias idéias de atualização pra cá, todas dando em nada, nem tanto porque eu não tinha o que escrever, mas porque viraram lugar comum: a reforma ortográfica é uma baboseira sem sentido, o álbum novo do franz deixou a desejar, tá todo mundo surtando com a posse do obama, a crise, são paulo fashion week com o preto sendo o novo preto, a crise...
mas, sem brincadeira, eu estou achando interessante como as pessoas da área da moda lidam com a crise... pra começar que eu li sobre o novo grupo de pessoas que compram nesses tempos incertos: as recessionistas (uma variante baixo orçamento das fashionistas... achei engraçado isso porque me descobri uma recessionista muitos anos antes da crise estourar. aparentemente eu fazia compras proféticas). outra coisa que eu ouvi falar foi que as peruas e ricaças de são paulo, com vergonha de como é 'tipo, suuuper cafona' sair cheia de sacolas pela oscar freire, agora chamavam os vendedores com os produtos dentro das suas casas, para poderem torrar dinheiro sem ninguém saber. pelamor, eu vi na folha a notícia de que o iguatemi está disponibilizando um serviço de 'personal shopper': você paga 300 reais a hora pra alguém comprar qualquer coisa pra você no shopping. é curioso: pega mal gastar dinheiro com todo mundo vendo, então é muito melhor gastar escondido, como se você estivesse comprando crack num beco. aí, é mais 'consciente' só comprar as coisas em liquidações ou bazares, mas mesmo assim você vê que o povo se descontrola um pouco, o que não falta é gente gastando muito dinheiro comprando uma porrada de coisas que não precisa. não sei se sou só eu, mas a minha sensação é que as pessoas sabem da crise, mas a ficha não caiu totalmente. eu mesma ainda não sei exatamente o que vai acontecer, sei que vai ser feio, mas não sei quando a coisa vai bater de fato...
isso é um tanto assustador, se você pára (mantenho o acento diferencial) pra pensar...
no meu caso, agora que finalmente a faculdade acabou, estou subitamente com a sensação do cachorro que persegue o carro de mudança: o carro parou e agora eu não sei o que fazer. mas tudo bem... nessa época que normalmente sugerem que façamos um levantamento do nosso ano, pontuando os pontos prós e contras, para decidir o que fazer no ano seguinte.
sinceramente eu não sou lá muito boa com planejamentos, mas até então eu acho que só serial killers conseguem ser bons de fato com esse tipo de coisa. ninguém consegue se manter dentro do mesmo plano o tempo todo. se empregos, namorados, amigos, gostos vêm e vão, o mesmo vale para resoluções. por isso que eu acho meio sem propósito alguém prometer no reveillón que vai parar de fumar ou então que vai entrar em dieta para emagrecer... todo compulsivo cede, logo. prometer algo desse porte é sonhar alto, dado que se você come demais ou fuma por estresse, vai continuar fazendo isso (mesmo que escondido) em qualquer época do ano, dado que isso é a sua muleta.
por isso eu acho que resoluções de ano novo devem ser o mais simples e triviais possíveis (ou possível? agora bateu uma dúvida). eu sempre me prometo uma cota de shows e idas ao cinema em um ano. este ano consegui não somente atingir minha cota, como superá-la. mas acho menos estressante estabelecer metas que não vão muito além daquilo que eu sei que posso atingir. por isso que já defini parte das minhas resoluções de 2009:
- finalmente aprender a tocar violão - ver pelo menos 4 shows esse ano (show de banda de amigo NUNCA conta) - fazer ao menos um curso de ilustração, para não perder o costume de treinar desenho - mandar meus trabalhos pra todo anuário que eu tomar conhecimento - ler mais
não sei como o resto vai se desenrolar daqui pra frente, mas acho que é bom começar com pouco... eu tenho pra mim que as resoluções mais sérias sempre são determinadas ao longo do ano, não no seu começo...
meia hora sentada na frente do computador pensando numa atualização que seja longa o suficiente para compensar minha ausência, mas a única coisa que eu quero dizer é:
estou achando interessante a onda de críticas norte-americanas CONTRA o filme 'ensaio sobre a cegueira' de fernando meirelles. já fui assistir duas vezes e, quando olhei a cotação no site rotten tomatoes, vi que, surpreendentemente, a aprovação geral do longa é de 30%. pela crítica especializada, o filme aparentemente não foi compreendido, nem como obra cinematográfica e muito menos como uma adaptação literária. fiquei pasma ao ler que o final poderia ter sido diferente... como? isso sem contar ler asneiras como as ditas pelo conceituado crítico roger ebert, do chicago sun times, que não apenas achava que o final do filme poderia ser diferente, como ainda por cima disse que a cidade desconhecida era, na maioria das cenas, toronto (sendo que as filmagens no canadá foram pouquíssimas e, qualquer pessoa que se dê ao trabalho de assistir a uma entrevista de meirelles ou até mesmo pesquise por cinco minutos na internet vê que são paulo é o cenário de 90% das externas de 'cegueira'). outro comentário interessante foi a respeito da trilha sonora, que contava com sons altos de metais, balas, etc, o que ebert considerou uma 'violência aos seus ouvidos', ignorando completamente o fato de que, quando somos privados da visão, nossa audição fica muito mais aguçada e isso é ressaltado no filme, dado que o espectador ainda consegue enxergar muito bem, obrigada.
ah, sim, e há também a constante comparação ao 'senhor das moscas' e a constatação de que o filme é desagradável de se assistir. de fato. é um filme muito bonito, mas ele levanta a questão do que acontece quando somos privados de um sentido que pode nos dar uma sensação de poder e liberdade sem ninguém poder testemunhar nossos atos. nesse ponto toda a parte do sanatório é emblemática. a natureza real das pessoas aflora quando suas ações passam despercebidas - pelo menos visualmente-, o que para os internados da ala 3 significa abusar dos outros em benefício próprio. assim, pode-se mostrar tanto o melhor de uma pessoa que nunca se suspeitaria (como a mulher do oftamologista) como o pior também (no caso do personagem de gael garcía bernal).
neste ponto vale um adendo. deve ser de conhecimento geral o boicote em protesto ao filme feito pela a federação nacional de cegos dos estados unidos. bem, nem vou começar comentando a ironia que é uma federação de cegos criticando justamente um filme. considerando o nível de 'especialização' da crítica especializada americana, não me espanta esta reação. já li resenhas que diziam que as cenas que mostravam os cegos andando sobre as próprias fezes e a forte cena de estupro eram horríveis demais e que era terrível pensar que alguém, só porque ficou cego, perdeu a noção de civilidade. nunca foi levantado que este era um filme sobre cegos que se tornam monstros. na verdade isso é não apenas superficial como absurdamente burro (na falta de palavra mais adequada), dado que os ditos 'monstros' representam uma parcela apenas dos personagens e, assim como há pessoas que enxergam que podem ser boas ou ruins, não é porque alguém não pode mais enxergar que se torna imediatamente um santo.
acredito que há dois grandes pontos a se considerar sobre este filme no país de tio sam: primeiramente, que o moralismo norte-americano é maniqueísta, uma pobreza e aberração cultural que desconsidera as milhares de facetas e matizes da personalidade humana; nunca foi colocado no filme que deficientes são vilões, essa leitura rasa só poderia partir de um povo de mente limitada que lê apenas a capa de um livro e não seu conteúdo. segundo: pode ser uma idéia apenas minha, mas às vezes acho que o incômodo que este filme gerou é tão contemporâneo à história e momento atual dos estados unidos que ele basicamente apontou na cara de todos o que realmente está acontecendo. afinal, eis um povo que passou tanto tempo cego em relação à própria situação que, posto diante de uma situação limite e que prenuncia uma crise - das grandes, por sinal -, está lentamente entrando numa situação de caos, vide as addie polks que estão pipocando por lá diariamente. só espero que, assim como no filme, a cegueira branca dos americanos seja de iluminação e redenção, para que se traga uma consciência verdadeira de sua condição e comportamento, e que eles não caiam em uma escuridão absoluta.
OBS: uma dica para nossos queridos amigos do norte, primeiro escutem o que saramago disse, depois dêem seu palpite.
dica pra quem tem blog, curte standup comedy, ou o 'improvável' [levei um pito pelo nome errado - 19-08], ou rir, ou arco-íris, pôneis e filhotes: está rolando na internet uma promoção muito boa da companhia barbixas de humor: entra no site deles, dá uma olhada no regulamento e pega um dos vídeos da playlist deles e posta no seu blog. aí, manda um email pra eles avisando e você, como num passe de mágica promovido pela rapidez da tecnologia, ganha dois ingressos pro espetáculo novo dos caras, o 'em breves'.
então, aproveitem, afinal, postar vídeo no youtube não custa nada, você promove o trabalho dos barbixas e ainda descola ingressos pra passar uma noite que vai variar do comum pizza+cinema ou balada+banheira com gelo.